domingo, 26 de junho de 2011

Psicanálise com crianças - reunindo significantes

Na psicose, cabe falar em regras e não em lei, justamente pelo caráter pontual que a regra tem, marcada pelo registro no plano imaginário. Dito de outro modo, ela funciona como referência no um a um, em uma situação, e por isso, precisa ser de novo construída quando se trata de uma outra cena.


em psicanálise fala-se em sujeito quando se fala em neurose. É possível falar em sujeito da psicose? Certamente, há muitas maneiras de se abordar essa questão.


O sujeito humano desejante se constitui em torno de um centro que é o outro, na medida em que ele lhe dá a sua unidade, e o primeiro acesso que ele tem do objeto, é o objeto do desejo do outro" (Lacan, 1955, p. 50).


Falar em sujeito nas psicoses é um pouco curioso, na medida em que há pouco foi dito que o sujeito é efeito do jogo significante, e que a ascensão à condição de sujeito é decorrente de uma operação lógica que a criança psicótica não faz

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